“Um ser de cabelos dourados, corpo com formas sinuosas e envolventes, sua voz soa como gritos tortuosos do inferno, e seu cheiro é extremamente convidativo como pólem de uma flor negra da escuridão.”
Era uma noite normal como todas as outras em Araguari, cheguei à casa de Lays e lá estava ela, usando um vestido negro que valorizava as formas sinuosas de seu corpo dourado, o batom vermelho realçando seus lábios volumosos, a maquiagem em torno do olho dando um ar de mistério e sensualidade inigualável. Perguntei a ela se iríamos sair naquela noite, mas ela estava sozinha em casa e queria somente transar, mas queria que eu fizesse com ela como eu costumava fazer com as prostitutas com que eu saía de vez em quando, eu já havia lhe dito que era sádico e masoquista e então ela resolveu ceder e entrar de cabeça nesse mundo de prazer insano.
Eu fui me preparar enquanto ela procurava algemas e outras parafernálias, quando voltei, ela estava sentada no sofá com uma coleira de couro no pescoço e usando uma cinta liga vermelha com os lindos cabelos loiros soltos e um olhar safado em minha direção; não me contive com a cena e já fui beijando Lays como se fosse o ultimo beijo da minha vida, eu a beijava por todo corpo enquanto a bolinava com o dedo, chupava aqueles seios enormes e apertava forte seu corpo contra o meu, fui descendo a cabeça devagar beijando aquele belo corpo então rasguei sua calçinha vermelha e comecei a sugar seu clitóris, eu chupava com voracidade aquele sexo molhado intercalando lambidas com mordidas, o erotismo era tanto que ela se retorcia e gritava de prazer.
Depois de quase meia hora de sexo oral eu me coloquei de pé e a segurei pela coleira obrigando ela a chupar meu sexo, eu adorava quando ela fazia isso, ela era sempre tão cuidadosa aos detalhes de uma boa chupada, realmente era a melhor garota em sexo oral que eu já havia conhecido, eu poderia ficar ali horas e horas apreciando aquela bela chupada, mas o tempo era curto restava somente mais algumas horas antes que seus pais chegassem em casa.
Quase surtando de prazer com aquele oral insano eu coloquei uma mordaça naquela boca gostosa, ela louca de desejo se pôs de quatro com um pé em cima do sofá e as mãos na parede, eu a segurei com uma mão em sua cintura e com a outra eu puxava seu cabelo enquanto o meu pau ia penetrando naquela xana molhada e quente, eu a empalava com tanta força que ela arranhava a parede com as unhas, bastaram alguns poucos minutos ali e já dava pra sentir o liquido dos deuses escorrendo, molhando meu pau e descendo pelas pernas de Lays.
Foi aí que ela resolveu assumir o controle, me empurrou para trás e me conduziu ate a cama onde me algemou, eu comecei a me divertir com aquela cena banal e sádica da parte dela, a qual nunca tinha acontecido antes, ela retirou a mordaça e me algemou por uma das mãos enquanto ela chupava meu cacete, de repente algemou minha outra mão, e começou a me beijar dizendo que seria uma menina má aquela noite, eu achei isso ótimo e só de imaginar o que ela poderia fazer eu já quase explodia de prazer.
Ela pegou o controle do aparelho de som e colocou a música Supermasive Black Hole do Muse pra tocar, veio se aproximando deu mais algumas chupadas no meu cacete e então foi sentando nele devagar, e à medida que a musica ia ficando mais intensa ela ia aumentando a velocidade com que cavalgava, estava quase chegando ao ápice do prazer de repente ela se inclinou para trás e pegou um chicote de couro usado para aumentar o prazer através da dor, ela me batia instintivamente como se quisesse acordar a fera adormecida dentro do meu corpo, e foi exatamente o que aconteceu.
Depois de algumas chicoteadas, umas dez ou doze, eu então me livrei das algemas que estavam mal colocadas e a segurei pela garganta forte mordendo os seios e os braços, ela começou a sangrar e se assustou, mal sabia ela que aquilo era o que eu mais estava desejando aquela noite, comecei a lamber aquele sangue adocicado, mas não me era o suficiente, eu queria mais.
Tapei a boca de Lays e a segurei firme no colchão, comecei chupando o pescoço gostoso e molhado com cheiro de suor feminino, foi quando não contive o meu desejo e acabei mordendo aquela veia grossa que pulsava de medo e desejo, finalmente começou a jorrar sangue pelo corpo dourado de Lays, eu aproveitava ao máximo aquele elixir sagrado, não conseguia mais parar de sugar o sangue delicioso que saia daquele lugar, ela foi ficando fraca e mal conseguia se mexer, então vi que já estava saciada aquela noite, quando fiquei de pé olhei para o rosto de Lays e vi que ela estava morta, rapidamente me limpei com o lençol e vesti minha roupa, sai o mais rápido possível daquele local o qual nunca mais voltei.
Foi uma pena ela ter morrido, mas eu não conseguia me controlar o sangue de Lays era como se fosse uma heroína feita especialmente para mim, era tão doce e suave que não adiantava o quanto eu me esforçasse naquele momento eu nunca iria conseguir parar, foi realmente uma perda enorme, pois ela era a melhor humana que eu já havia transado. Nunca mais encontrei sangue que se comparasse ao sangue dela, mas estou sempre à procura...
Autoria: Néliton Oliveira Santos
Data da ultima revisão: 16 de julho de 2011 - 13:02 horas
Este conto é parte da obra: Memórias de um Vampiro.
Especiais agradecimentos e dedicatória a: Lays Morais, por sua amizade, apoio, gentil paciência e grandiosa
participação.
Todos os direitos reservados, Lei Federal número 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
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Contato com o autor: nelitonoliveira@hotmail.com

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